terça-feira, 20 de novembro de 2012
terça-feira, 6 de novembro de 2012
FÉ PRÁTICA X FÉ PASSIVA
Você deve sentir, quando chega na IURD, que nós levamos as pessoas a uma fé prática, ao
invés de uma fé passiva, que não funciona. É justamente essa fé que você deve buscar e alicerçala
na Palavra de Deus, para vencer os males que diariamente estão tentando destruir a sua vida.
Esse exercício da fé é diferente do que acontece nas religiões das quais você deve ter participado,
onde as pessoas vão aos templos e saem como se não tivessem estado lá, porque ouvem e são
orientadas a viverem uma fé que não funciona, pois esta se baseia apenas em argumentos e não
em fatos. Na hora da necessidade, elas não têm bagagem, não têm de onde tirar a solução, de
onde tirar forças para reagir àquela situação crítica que estão vivendo. Ora, Deus não nos deu fé
para que ela ficasse na passividade, na teoria ou apenas sendo exercitada aos domingos pela
manhã ou às quartas à noite. Uma fé apenas para ser cantada em prosa e verso. Não! Deus nos
deu uma fé concreta , rela e prática, justamente para que viéssemos a combater os inimigos da
nossa alma, invisíveis, sem forma, corpo, cor, ou sexo.
Os nossos inimigos são espirituais. E para vencer esses inimigos espirituais é preciso ter força
espiritual. Se o inimigo tivesse forma e estivesse armado, então nós compraríamos armas para
combatê-lo, tal como fazem as nações. Mas não é bem assim.
Os nossos inimigos estão agindo permanentemente nesse mundo, na nossa alma, na nossa
vida. A fé é a única força capaz de combater todos eles. Estou falando de uma fé viva, não de fé
estúpida, irracional, mas uma fé inteligente, uma fé alicerçada, fundamentada em uma Palavra
que se cumpre e se cumprirá, que é a Palavra de Deus.
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
O nosso sacrifício diário
Talvez você seja uma daquelas pessoas que reclama de que Deus não a abençoa. Saiba que
aquelas respostas que nós queremos não acontecem simplesmente, porque nosso coração não foi
e não é totalmente d’Ele.
Não devemos colocar a culpa em algum espírito maligno, na sociedade ou nos outros, já que
o coração é a fonte da nossa individualidade. De nada adianta exigir muito de Deus e dar pouco
a Ele. Não se pode justificar dizendo: “O Senhor não abriu muitas portas para mim, portanto,
como poderei servi-lo?”
Tudo na vida depende das nossas atitudes. Existem leis fixas que regem a vida e o universo.
Se você planta arroz, não irá colher feijão. Quando busco Deus de todo coração, a resposta é certa.
Não basta orar e esperar que aconteça o que almejamos. A grandeza da nossa fé é medida
pelas nossas atitudes. O agir, o fazer algo pela fé, obrigatoriamente traz, da parte de Deus, uma
resposta. É justamente esse o âmago do sacrifício.
Jesus foi um exemplo de sacrifício realizado por um sublime ideal. No judaísmo antigo, os
sacrifícios eram feitos com o sangue de animais. Quem pecasse, morreria, e o animal serviria de
substituto para esse pecador. Jesus veio se oferecer em sacrifício. Seu sangue trouxe perdão a
todo aquele que crer nele. Por isso é chamado “cordeiro de Deus”. Não há nada que pague por
esse ato.
A pessoa aceita Jesus, mas, a partir deste instante, tem que manter a salvação através do seu
próprio sacrifício com Deus, até o último dia. Assim, se um assassino se entrega a Jesus, seu
passado é lançado no mar do esquecimento de Deus, e ele começa uma vida nova.
Da mesma forma, se alguém que serve a Deus por mais de 30 anos, de repente ficar com
rancor contra o seu próximo, preservando isso no coração, trará como conseqüência a anulação
de todos os anos que esteve a serviço de Deus. Para seguir Jesus é preciso negar a si mesmo
e viver uma vida limpa neste mundo.
É esse o nosso sacrifício diário, o exercício da nossa fé. Deus olha o coração do homem para
verificar a sinceridade de suas atitudes. Se no seu coração, quem ocupa o primeiro lugar
é o marido, o netinho ou o filho, então, ele nunca se manifestará a você. Deus deve ocupar o
primeiro lugar.
Temos vários exemplos na Bíblia que podem ilustrar o que estamos afirmando. Davi é um
deles. Ele errou, mas, ao ver que uma próspera terra secava devido ao seu pecado, confessou-o a
Deus. O Salmo 51 fala do seu arrependimento. Isso porque o coração de Davi era bom. Após a
sua morte, Deus se referiu a ele como amigo.
Se sua consideração por Deus for maior que tudo, até por si mesmo, Ele se mostrará forte na
relação com você. Se seu coração é totalmente d’Ele, então Ele é totalmente seu.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
O CLAMOR DA VITÓRIA...
“Se algum mal nos sobrevier, espada por castigo, peste ou fome, nós nos apresentaremos diante desta
casa e diante de ti, pois o teu nome está nesta casa; e clamaremos a ti na nossa angústia, e tu nos ouvirás e
livrarás.”( 2 Crônicas 20.9).
Uma carta de demissão; a descoberta da amante do marido; o encontro de drogas no bolso do
filho; a gravidez da filha adolescente; a briga com vizinho; a despensa vazia: todas estas coisas
são capazes de tirar o sono e a paz de espírito. Enfrentar estas situações não é fácil. As tribulações
que recaem sobre os cristãos são as mesmas que recaem sobre os católicos, espíritas e religiosos
de todos os credos.
Acontece que Deus colocou dentro de nós uma semente: a fé. Deus permite todos esses problemas
para que possamos ter uma experiência verdadeira com Ele. As pessoas, de modo geral,
afirmam que existem vários tipos de experiência com Deus, mas nem sempre estão corretas nas
suas afirmações.
Inegavelmente, na Palavra de Deus vemos que aqueles que têm um encontro mais íntimo,
direto, pessoal e significativo são os que buscaram o Senhor em momentos difíceis das suas
vidas; momentos de extrema necessidade, nos quais O buscaram não com lamento, mas no desespero
e com clamor.
O clamor é o grito da alma, o gemido da fé, a súplica que reúne todas as forças do ser e lança
na direção de Deus todas as expectativas e esperanças. É, por isso mesmo, uma confissão diante
de Deus, afirmando que só depende d’Ele.
Estamos nos preparando para um clamor especial: o grande clamor pela vitória, que será feito
em nome de todos os que sofrem, independente da sua condição financeira ou religiosa. Católicos,
espíritas, seguidores de seitas e religiões orientais; incrédulos; materialistas; ateus;
desesperançados; desiludidos; enfim, todos estão desafiados para esse clamor.
Será o momento de congregar todas as pessoas para a busca do Único que pode nos libertar da
angústia, da necessidade, da fraqueza, da dependência, das garras do diabo e da autosuficiência.
Será o momento de dizer a Deus que só a vitória interessa e, tenha certeza, minha amiga, meu
amigo, que Ele nos ouvirá e nos livrará do medo, da multidão e dos gigantes que tentam nos
assolar.
domingo, 29 de julho de 2012
VOCÊ É CHUCHU OU JILÓ???
O novo nascimento que o Espírito Santo opera na vida de uma pessoa não se trata apenas de
uma mudança de comportamento ou de atitude. O grande milagre se dá justamente na transformação
da sua antiga natureza humana e carnal para uma nova natureza divina e espiritual. A
troca do caráter natural para o divino acontece de fato e de verdade. Quando Filipe, por exemplo,
pediu ao Senhor Jesus para mostrar o Pai, o Senhor lhe respondeu: “Filipe, há tanto tempo
estou convosco, e não me tens conhecido? Quem me vê a mim vê o Pai.” (João14.9). Quer dizer:
a imagem do Deus-Pai era expressa pelo caráter do Deus-Filho. Assim também ocorre com o
nascido da água e do Espírito; ele tem o caráter divino em si. E aí fica identificado o verdadeiro
do falso filho de Deus. Uma pessoa nascida do Espírito Santo obrigatoriamente tem sua natureza
divina, e não há como esconder isso! O mau gênio ou o temperamento forte desaparece dando
lugar ao caráter dócil do Espírito. Não significa dizer que ela se transforma num “legume”,
incapaz de se aborrecer ou se irar. De forma alguma, pois o próprio Senhor Jesus tinha a natureza
divina e, mesmo assim, indignou-se ao ver mercadores transformando o templo em shopping.
Ora, se até Deus se ira, e nem por isso deixa de ser Santo, também os que têm a Sua natureza. Mas
a ira do filho de Deus é tão passageira quanto uma nuvem qualquer. Já o mesmo não acontece
quando não se tem a natureza divina, ou quando não se é filho de Deus.
Os nascidos da água podem ter todo o conhecimento bíblico, mesmo assim, eles não têm a
capacidade de controlar seus impulsos humanos, porque sua natureza é humana ou carnal. Creio
ser esta a maior diferença entre os nascidos do Espírito e os nascidos apenas da água. O fato de
muitas pessoas professarem a fé cristã e mesmo assim continuarem espiritualmente fracassadas
se deve basicamente a esse ponto. Elas foram convencidas no intelecto pela pregação persuasiva
do pregador, e não ação direta do Espírito de Deus no coração. Esse tipo de cristão é chamado de
convencido e não convertido. Estão convictas do pecado, mas não têm força para resisti-lo. Mas
o mesmo já não ocorre com os nascidos do Espírito que têm em si mesmos o poder divino para
resistirem ao pecado. É como o cristão-chuchu e o cristão-jiló. O chuchu, como conhecido de
todos, tem sua característica de atrair para si o sabor daquilo que cozinhar junto. Se o cozinha
com a carne, ele toma o sabor da carne; se o faz com o bacalhau, absorve o gosto do bacalhau; se
o cozinha com a goiaba, ninguém é capaz de notá-lo. O mesmo se dá com qualquer outra coisa,
pois ele não tem personalidade própria. O cristão-chuchu tem sua natureza corrupta naturalmente.
Já o cristão-jiló é diferente. Ao contrário do chuchu, o jiló passa seu sabor amargo para a
comida que é cozida junto com ele. Assim é o cristão nascido do Espírito; jamais se deixa absorver
pelo sabor do mundo, mas impõe seu “sal”, “luz” ou “sabor” amargo para o mundo. Por
isso, o Espírito, usando João, diz: “Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo...”
(1 João 5.4).(BP.MACEDO)
sexta-feira, 27 de julho de 2012
quarta-feira, 25 de julho de 2012
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